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Mais um suposto golpe do Sr.Edilson Garcez do futsal feminino de ParnaÁ­ba

HÁ¡ mais de dez anos anos pratico esporte, jogando futsal especificamente. Muitas alegrias, tristezas e atÁ© frustraÁ§Áµes jÁ¡ vivi. Pois Á© claro, o mundo do esporte Á© assim, ou vocÁª perde ou ganha. Mas o que nunca um atleta espera ou mesmo uma pessoa que nem seja esportista, Á© que alguÁ©m apareÁ§a, pega os teus sonhos, teus projetos e planos, e te iluda.

Meu nome Á© Poliana Rafaela Alves Irleu, tenho 26 anos, sou mineirinha e como jÁ¡ disse "chuto bola" para ganhar a vida. AtÁ© o ano passado defendi a equipe da Unesc/Criciuma. Onde me dediquei por mais de 4 anos, sendo Bi CampeÁ£ Catarinense e Brasileira dos Jogos UniversitÁ¡rios 3 Lugar da Liga Nacional Feminina, Vice CampeÁ£ Catarinense e da TaÁ§a Brasil de Clubes da DivisÁ£o Especial. (triunfos conquistados dentro deste 4 anos,neste clube)


Este ano fiquei a disposiÁ§Á£o de outros clubes que estivessem interessados a contrataÁ§Á£o. Em algumas propostas recebi a ligaÁ§Á£o de Edison Garcez, me convidando para integrar a equipe de Inter de ParnaÁ­ba Por estar ha bastante tempo jogando campeonatos a nivel nacional, nÁ£o havia escutado sobre esta equipe. Mas EdÁ­lson me garantiu que eles teriam uma participaÁ§Á£o na Liga Nacional e que estava contratando outras meninas. Confesso que sÁ³ ai me interessei, pois ainda queria ter visibilidade no cenÁ¡rio nacional e boas atletas para compor um time competitivo.

Desde do inicio de janeiro nos falÁ¡vamos por celular e internet. AtÁ© que juntamente com uma amiga do meu ex-clube, a Renata Machado, fechamos a contrataÁ§Á£o. Ainda meu irmÁ£o, Matheus Irleu, foi junto com a proposta de trabalhar na parte de divulgaÁ§Á£o da equipe. Meu contrato foi fechado para o ano de 2013 no valor de 1.900 reais,mais moradia e hospedagem,passagens e alimentaÁ§Á£o por conta da AssociaÁ§Á£o Inter de ParnaÁ­ba AlÁ©m de uma bolsa de estudo que nÁ£o esta no contrato, mas ele me garantiu que eu nÁ£o ficaria sem estudar, porque eu disse que isso era prioridade. Ele tambÁ©m nos garantiu que havia patrocÁ­nio da Prefeitura, Chevrolet, Correios e Á“tica Diniz. Fora patrocÁ­nio de padaria, sacolÁ£o e afins.


Continuamos a conversar e EdÁ­lson Garcez pediu que eu estivesse dia 27 de janeiro para poder jogar. Eu disse que tudo bem. PorÁ©m ele deveria depositar na minha conta o dinheiro para a viagem. Como tenho um beneficio familiar aÁ©reo e consigo baixar os valores das viagens, disse a ele o valor da viagem juntamente com meu irmÁ£o, ficaria em um total de 600 reais. Ele entrou em contato comigo e garantiu que havia feito o deposito no dia 23 de janeiro. Quando fui no banco e acessei minha conta, nÁ£o havia deposito. Entrei em contato e ele me disse que o deposito foi feito em cheque por alguÁ©m da prefeitura, entÁ£o demoraria 2 dias para cair. Como eu precisava ir para jogar, viajei no dia 26 pela manhÁ£.

Quando estava no caminho da viagem, percebi que o dinheiro ainda nÁ£o havia caÁ­do na conta. E logo disse a ele que 600 reais nÁ£o cobriria a viagem por problemas que aconteceram. Cheguei em Teresina meia noite e fui pegar um Á´nibus para a cidade de ParnaÁ­ba as seis da manhÁ£. Mas EdÁ­lson logo me disse que o jogo era em Esperantina, e nÁ£o tinha como ir pra la. EntÁ£o ele me encaminhou para outra cidade, Pirarucura, e com toda esta confusÁ£o passei do local e nÁ£o consegui chegar a tempo para jogar. Mas enfim, cheguemos a ParnaÁ­ba depois de 24 horas de viagem.

Ele nos hospedou em uma pousada, dia 27/01. E nos encaminhou para comer em um restaurante prÁ³ximo aonde estÁ¡vamos hospedados. Meu irmÁ£o, eu e a Renata, que jÁ¡ havia viajado durante 3 dias para chegar a cidade tambÁ©m. Durante uma semana ficamos dormindo e almoÁ§ando por ali, e ainda EdÁ­lson Garcez mandava tÁ¡xi para que nÁ³s pudÁ©ssemos chegar aos locais de treinos e jogos. Depois desta semana, ele nos disse que tinha uma casa de praia e que ficaria mais acessÁ­vel financeiramente para ele. EntÁ£o concordamos. Pois o local indicado no contratado para morarmos, nÁ£o condizia com espaÁ§o suficiente.

Fomos para a casa de praia em Luiz Correa, dia 01/02. E entregamos a ele uma lista de compras para que nos mesmo cuidasse da parte das refeiÁ§Áµes. E ainda ele nos garantiu veÁ­culos para que pudÁ©ssemos nos locomover ate ParnaÁ­ba.


EntÁ£o tudo comeÁ§ou a sair fora do combinado. Primeiro ele suspendeu os treinos para depois do carnaval, pois nos garantiu que havia fechado contrato com meu ex-treinador e o trabalho comeÁ§aria do zero. Ao invÁ©s de nos levar a compra que pedimos, ele nos leva-la "quentinhas" para almoÁ§ar e jantar. Mas o almoÁ§o sempre era depois das 14 horas e a janta depois das 22 horas. E detalhe, nÁ£o tÁ­nhamos cafe da manha e nem da tarde. FicÁ¡vamos um boa parte do tempo sem comer nada. AtÁ© que ele conversou com o Sr. Alberto, que tem um restaurante ao lado. E comeÁ§amos a almoÁ§ar e a jantar ali, ate que as compras chegassem. Ainda sem cafÁ© da manhÁ£ e da tarde. Dia 04/02 ele levou uma mini compra, levou mais algumas coisas do dia 05 e 06/02.
Mas era pouca coisa, tivemos que racionar comida.


Fomos mais uma vez olhar nossa conta e o dinheiro nÁ£o estava lÁ¡. Fiquei muito nervosa e pedi uma explicaÁ§Á£o. Ele me disse que o pessoal da prefeitura que fez o deposito havia errado, e se nÁ£o tivesse resolvido o problema atÁ© dia 06/02, dia 07/02 ele daria do bolso dele, a quantia de 800 reais pra mim e 300 para Renata. Pois o dia chegou e nada. Sem dinheiro e sem comida, comeÁ§amos a preciona-lo. Foi quando comeÁ§amos a descobrir todas as mentiras dele.

Primeiro que a casa nÁ£o pertencia a ele, tinha sido alugada. A dona da casa se chama Dona DÁ´ra e mora em ParnaÁ­ba Ele com a cara mais lavada, tinha tido que a casa era dele e da tia dele. Mas eles nÁ£o tem parentesco nenhum. Descobri que o curso que eu estudo nem tem em ParnaÁ­ba. Como eu iria estudar? E que nÁ£o existia patrocinador nenhum. Mesmo porque Á© incoerente ter patrocÁ­nio de sacolÁ£o e padaria e ele nÁ£o levar comida nenhuma. AlÁ©m do mais nÁ£o havia fechado com treinador nenhum.

Chamamos ele para conversar, e ele confessou que a casa nÁ£o era dele e que nÁ£o havia sido realizado deposito nenhum. Fiquei muito nervosa, chateada frustrada. EntÁ£o resolvemos ir embora. A situaÁ§Á£o foi ficando tensa, e eu comecei a exigir dele ate a alimentaÁ§Á£o na viagem. Porque meu prejuÁ­zo chegaria a 1000 reais. EdÁ­lson Garcez comeÁ§ou a passar dos limites e chegou a me ameaÁ§ar dizendo que ia resolver pela justiÁ§a ou da forma que precisasse.

Depois disso ele nÁ£o falo mais comigo. Dia 09/02 foi nosso ultimo contato. E ele tambÁ©m nÁ£o foi mais na casa. O Sr. Alberto levou comida pra gente. Porque contamos tudo a ele, e com dÁ³ nos convidava para tomar cafÁ©. O pai da Renata fazia o intermÁ©dio das conversas. Ele deu o prazo ate 13/02 as 10 da manhÁ£, para nos dar o dinheiro da passagem de ida e de volta. Disse ainda que queria resolver de uma forma "amigÁ¡vel", comprando as passagens no cartÁ£o da esposa dele.

Chegou dia 13/02 e nada. EdÁ­lson nÁ£o apareceu como combinado. Falou com o pai da Renata que sua esposa estava em um retiro religioso e estava esperando ela chegar. Peguei a moto de uma amiga que foi levar comida pra gente e fui ate a casa dele. Como nÁ£o apago as mensagem do celular, eu tinha o endereÁ§o que ele havia me passado porque precisava receber um sedex. Fui la e pedi minhas coisas que estavam com ele, e perguntei sobre a situaÁ§Á£o. A esposa dele estava em casa, pois foi ela que nos atendeu. NÁ£o tinha nada resolvido. EntÁ£o disse a ele que ia embora. EdÁ­lson comeÁ§ou a dizer que iria me processar por rescisÁ£o do contrato, com 50% do valor a seu favor, ou seja, 10 mil reais. Ainda me acusou de ter ido passar ferias as custas dele. Exaltada, eu disse a ele procurar seus direitos.

Compramos nossas passagem para casa e retornamos dia 13/02, chegando ontem em casa. GraÁ§as a Deus!

Mas antes de embarcar no Á´nibus fui ate a pousada. Mas estava fechada. EntÁ£o fui ate o restaurante, e conversei com a proprietÁ¡ria E era o que eu esperava, ele nÁ£o pagou nem a POUSADA, nem o RESTAURANTE, nem o Sr. AlBERTO, nem os TAXISTAS, nem a DONA DÁ”RA, nem o ALUGUEL DO LOCAL DA SEDE DO TIME,MUITO MENOS a RENATA, O MATHEUS E EU.
Ou seja, ele nÁ£o pagou ninguÁ©m.

Sei que tenho culpa pois eu confiei nele. Mas como disse lÁ¡ no comeÁ§o, que nunca um atleta espera ou mesmo uma pessoa que nem seja esportista, Á© que alguÁ©m apareÁ§a, pega os teus sonhos, teus projetos e planos, e te iluda. Desde o comeÁ§o fui sincera, dei minha palavra. E ele ao contrario, foi desonesto, um canalha.

Ele tem um Blog que atualiza sempre noticias sobre o time. E apagou o post que havia feito sobre minha chegada. Mas ele deixou escrito sobre minha viagem e tambÁ©m a foto da Renata no jogo em Esperantina. Antes que ele apague, jÁ¡ salvei para nÁ£o correr o risco que suma novamente. (Esta em anexo)

Tenho como provar tudo! Tenho as mensagem via celular que conversamos desde janeiro, tenho gravaÁ§Áµes das ligaÁ§Áµes pelo celular, e a gravaÁ§Á£o da confissÁ£o dele sobre as mentiras. E fotos de onde ficamos, fotos do jogo que joguei. AlÁ©m dos depoimentos das outras pessoas que tambÁ©m foram lesadas por ele.

• Pousada dos sonhos: (86)81156015 (86)94467144 (86)99800120
• Restaurante Aluap: (86)99278204 (86)94638021
• Bar e Restaurante O Alberto: (86)94077289 (86)99070740
• Verdes Mares Taxi, motorista Francisco: (86)94467618 (86)99594571
• Dona DÁ´ra: (86)99716430
• EdÁ­lson Garcez: (86) 99521434 (86) 95284855 Conjunto Jardim dos PÁ¡ssaros, Rua dos Bentivis 5054

O dinheiro que ele nos deve nÁ£o Á© nada comparado aos danos morais e psicolÁ³gicos que passamos.

Á‰ uma vergonha para o futsal feminino, para o futsal Piauiense e Brasileiro. Á‰ uma vergonha para ParnaÁ­ba! EdÁ­lson Garcez, nÁ£o pode e nem deve ser representante de equipe nenhuma. Ele Á© uma vergonha como ser humano.
Espero que isto se espalhe por sua cidade. E todos conheÁ§am quem Á© EdÁ­lson Garcez.

Obrigada pela atenÁ§Á£o. E espero que isso seja divulgado!
AbraÁ§os

    Fonte: Poliana Irleu
    Foto: Divulgação
    Edição: Walter F. Fontenele/PortalPhb
    Postada dia 16/02/2013 às 15:20