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Mais um ano de muitas reclamaÁ§Áµes e apagÁµes na virada de ano de Luis Correia

Todos os anos as promessas feitas pelo Governo Estadual e pela Prefeitura de Luis Correia, bem como os jÁ¡ desacreditados comunicados da EletrobrÁ¡s vÁ£o literalmente por Á¡gua abaixo.

Mais uma vez o litoral sofreu com diversos cortes de energia na madrugada do 1º dia do ano, tanto em Luis Correia, bem como em ParnaÁ­ba. Esse enredo de mal gosto de filme mexicano Á© um velho conhecido do povo do litoral do PiauÁ­. Pouco ou quase nada muda de um ano para o outro em nossa regiÁ£o. Choveu, todos jÁ¡ sabem de cor e salteado, lÁ¡ vem apagÁ£o na certa.

Os transtornos para quem aventura-se em busca de alegria tÁªm inicio na rodovia BR 343, que liga ParnaÁ­ba ao litoral, principalmente se o turista desavisado deixar pra Áºltima hora, nesse caso Á© congestionamento na certa, e grande possibilidade de passar a virada do ano na estrada.

Para os que conseguem chegar, logo de cara sÁ£o recepcionados com um trÁ¢nsito caÁ³tico e sem nenhuma fiscalizaÁ§Á£o. Carros em cima de canteiros, estacionados em locais proibidos, sem falar da grande falta de estacionamento para tanta demanda de veÁ­culos. Mais uma vez, quem tentou chegar e nÁ£o conseguiu, ou por algum motivo tentou voltar, Luis Correia estava que nem o CabarÁ© da Madame FilÁ´, quem estava dentro nÁ£o podia sair, e quem estava fora nÁ£o podia entrar.

Nesse feriadÁ£o de fim de ano no litoral, alÁ©m dos problemas citados acima e conhecido por todos, - inclusive pelas autoridades “competentes” - muitos turistas reclamaram da falta de estrutura de alguns bares e restaurantes da Orla de Luis Correia. As reclamaÁ§Áµes era pela quase totalidade dos estabelecimentos nÁ£o estarem aceitando cartÁ£o de crÁ©dito e de dÁ©bito como forma de pagamento, mesmo existindo nesses estabelecimentos, placas indicativas da aceitaÁ§Á£o. Alguns relataram que sentiram-se constrangidos, precisando deixar familiares na mesa e sair Á¡ procura de caixa eletrÁ´nico para retirar dinheiro, que diga-se de passagem, tambÁ©m nÁ£o era uma tarefa das mais fÁ¡ceis. O mais estranho Á© que a desculpa dos garÁ§ons, gerentes e proprietÁ¡rios eram que as maquinetas, ou estavam quebradas ou a linha telefÁ´nica estava com problemas. O engraÁ§ado Á© que nÁ£o era raro encontrar alguns vendedores ambulantes, desfilando pela praia com seus produtos e com suas maquinetas de cartÁ£o, em mÁ£os e em funcionamento.

Mais como dizia meu velho e bom pai: “quem vai de fÁ©rias para casas de parentes, nÁ£o pode esperar conforto e regalias”, e entre mortos e feridos, salvaram-se todos.

Vamos esperar a prÁ³xima virada de ano, e torcemos para que aqueles que comandam nosso Estado parem de brincar de fazer turismo no nosso litoral, criem vergonha na cara, e principalmente, implantem melhorias e destinem mais recursos para melhorar a nossa infra-estrutura no setor de turismo.



    Fonte: Portalphb.com.br
    Foto: Walter F. Fontenele
    Edição: Walter F. Fontenele/PortalPhb
    Postada dia 01/01/2013 às 22:46